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Domingo, 31 de Maio 2026

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AZUL ALTERA MALHA AÉREA

PVH terá 7 VOOS SEMANAIS SAINDO DE PORTO VELHO

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Por Adm
AZUL ALTERA MALHA AÉREA
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Empresa terá voos semanais diretos de Porto Velho com Belo Horizonte, mas vai encerrar sua ligação direta com Cuiabá e Manaus.

 

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A partir do próximo dia 29 de outubro, a Azul Linhas Aéreas fará uma reestruturação em sua malha aérea no estado de Rondônia. Com a mudança, os voos de Porto Velho para Cuiabá e Manaus deixam de existir e a empresa inicia uma ligação direta com Belo Horizonte.

A empresa informou ao g1 nesta segunda-feira (16) que vai operar sete voos semanais entre o aeroporto Governador Jorge Teixeira e o aeroporto internacional de Belo Horizonte, em Confins (MG). Os voos de Rondônia para Minas Gerais serão às segundas, terça, quarta, quinta, sábado e domingo, a partir de 1h55. A empresa também ferrá a rota inversa, com decolagem da capital mineira às 22h05 e chegada em solo porto-velhense às 01h05.

 

 

A viagem entre as duas cidades vai durar 3h35 e será num avião Airbus A320 NEO, com capacidade para até 165 passageiros.

Além do voo da madrugada, em 16 de novembro a empresa terá um voo diurno e direto de Porto Velho a Confins, com voo previsto para 16h20 e chegada às 20h55.

Além das atividades aéreas na capital estadual, a companhia aérea Azul anunciou a manutenção de apenas dois voos semanais de Cuiabá para Cacoal, outros dois voos semanais de Cuiabá para Vilhena e mais dois voos semanais de Cuiabá para Ji-Paraná.

FIM DOS VOOS PARA CUIABÁ E MANAUS

No próximo mês de novembro, duas rotas da Azul serão descontinuadas: Porto Velho-Cuiabá e Porto Velho-Manaus.

A medida foi tomada pela empresa em julho deste ano, sob alegação de uma alta judicialização. Em um intervalo de um ano e meio, a Azul Linhas Aéreas sofreu 15 mil ações judiciais em Rondônia.

Em 7% dos processos, a pessoa que entrou com a ação, ganhou. Outros 10% dos processos foram julgados improcedentes, ou seja, o autor perdeu a causa. Ainda segundo o balanço, em 35% o judiciário aprovou o acordo feito pelas partes do processo.

Devido à alta judicialização, em agosto a Azul anunciou o fim da política de voucher nas ações judiciais. A empresa ressaltou que a cultura de judicialização excessiva causa altíssimo custo em processos e isso impacta economicamente no valor

 

 

FONTE/CRÉDITOS: Jornal de Rondônia

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