Notícias do Povo - o povo bem informado

Aguarde, carregando...

Domingo, 31 de Maio 2026

Tragédia

Terror e morte em São Paulo

Professora diz que não consegue mais da aulas.

Cleber Leite
Por Cleber Leite
Terror e morte em São Paulo
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
 

Terror e morte em escola de  São Paulo

'Não consigo me ver mais em uma sala de aula', diz professora atacada por aluno em escola de SP

Rita Reis, uma das quatro docentes feridas, estava dando aula quando levou facadas num braço e nas costas 

 
Rita Reis estava havia três anos na escola onde ocorreu o ataque

Rita Reis estava havia três anos na escola onde ocorreu o ataque

REPRODUÇÃO/ RECORD TV

"Não consigo me ver mais em uma sala de aula", afirma uma das docentes que foram atacadas por um aluno na Escola Estadual Thomázia Montoro, em São Paulo, na última segunda-feira (27). Rita Reis, que tem 67 anos, estava dando aula quando levou facadas num braço e nas costas. 

Ela foi uma das quatro professoras feridas pelo adolescente de 13 anos, que atacou ainda dois alunos. A professora Elisabeth Tenreiro, de 71 anos, morreu. 

De acordo com Rita, que é professora de história e ensinava o adolescente diretamente, a única lembrança que tem do momento é o aluno em cima dela com a faca na mão e ela gritando "para, para, para". 

Publicidade

Leia Também:

VEJA TAMBÉM
  • Adolescente que fez ataque em escola diz que sofria bullying e que treinava facadas em travesseiro
    SÃO PAULO

    Adolescente que fez ataque em escola diz que sofria bullying e que treinava facadas em travesseiro

     

     

  • 'Vai acontecer de novo, só não se sabe onde', diz especialista sobre ataque em escola de SP

    'Vai acontecer de novo, só não se sabe onde', diz especialista .

Rita abriu a porta da sala onde dava aula para ver o que estava acontecendo. Foi nesse momento, após ter agredido Elisabeth, que o aluno atacou a professora. "Achei que ia morrer, achei que aquele seria meu momento." 

Ela afirma que o estudante era quieto e reservado, sempre de fones de ouvido e alheio a tudo, mas muito violento. O aluno tinha voltado havia 15 dias, após ter passado um ano estudando em Taboão da Serra, na Grande São Paulo. "Os professores tentavam puxá-lo para a aula, mas não conseguiam", conta. 

Além de Rita, duas docentes tiveram ferimentos e sobreviveram ao ataque — Ana Célia Rosa e Jane Gasperini

FONTE/CRÉDITOS: R7 RECORD

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR